É engraçado pensar na vida como um tempo, um tempo finito, com começo, meio e fim. Um tempo que temos a nosso favor, ou contra nós e tudo depende de como dispomos do nosso tempo e qual importância damos a ele.
O tempo.... o tempo toma muito do meu tempo. E eu me pego pensando nele, no tempo que passou, no tempo que ainda vai passar e o que fazer com o tempo que tenho agora.
Ahh o tempo... o tempo ás vezes é meu amigo, segura minha mão e acaracia o meu cabelo, olha pra mim nos olhos e é meu conselheiro... Mas ás vezes o tempo prega peças em mim e eu me desentendo com ele quando ele faz pirraça comigo, me joga ao vento e simplesmente me diz: Deixe o tempo passar... Me irrito com ele essas horas... mas sei que sempre que ele me diz isso, ele está sendo meu amigo, está me dando um tempo, um tempo para eu por as idéias no lugar.
O tempo é generoso comigo, isso eu não posso negar.
Ele é meu amigo, eu que não sou amiga dele ás vezes, quando não entendo que o melhor conselho que ele pode me dá, é me dizer para deixar o tempo passar...
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Preciso me refazer,
encontrar novas estacas,
refazer as amarras,
e buscar tudo novo, de novo.
Fincar meus sonhos em outro solo,
achar o solo, encontrar novos sonhos,
me desfazer do que me prende,
do que me amarra sem amor.
Preciso fazer minha viagem,
entrar mais e mais fundo no meu mundo,
sentir meu universo, mudar de galaxia,
refazer, me refazer, de mim mesma.
Quero me segurar apenas em mim,
quero que meu porto seguro seja apenas eu,
quero minhas forças todas só minhas
e ser de mim, apenas de mim mesma...
encontrar novas estacas,
refazer as amarras,
e buscar tudo novo, de novo.
Fincar meus sonhos em outro solo,
achar o solo, encontrar novos sonhos,
me desfazer do que me prende,
do que me amarra sem amor.
Preciso fazer minha viagem,
entrar mais e mais fundo no meu mundo,
sentir meu universo, mudar de galaxia,
refazer, me refazer, de mim mesma.
Quero me segurar apenas em mim,
quero que meu porto seguro seja apenas eu,
quero minhas forças todas só minhas
e ser de mim, apenas de mim mesma...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Magia
Quero acordar e ver você ao meu lado,
quero velar seu sono, beijar seus lábios enquanto você dorme
e estar lá quando você abrir os olhos,
porque eu quero ser a sua primeira visão,
quero que seu olhar registre todos os dias o meu sorriso ao te ver acordar,
e eu sei, esse feitiço não vai nunca se acabar...
quero velar seu sono, beijar seus lábios enquanto você dorme
e estar lá quando você abrir os olhos,
porque eu quero ser a sua primeira visão,
quero que seu olhar registre todos os dias o meu sorriso ao te ver acordar,
e eu sei, esse feitiço não vai nunca se acabar...
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
A casa velha
E quando eu cheguei
a porta estava entreaberta,
nem sombra e nem luz,
não havia nada a minha espera.
O silêncio ecoava pelos cantos
e era tão alto que me deu um vazio.
Meus olhos enturvaram,
foi uma sensação estranha, de medo e solidão.
Caminhei pela sala sem tocar em nada,
empurrei a janela e deixei uma onda de luz entrar.
Entrou vento, entrou luz, entrou brisa,
entrou tambem vida.
Eram tantas lembranças misturadas
naquela casa, há tanto tempo intocada...
Quem diria que um dia foi um castelo
e hoje, não tinha elo, não tinha nada.
Tirei a poeira do sofá e cansada, sentei
olhando em volta, tudo parecia longe
mas as lembranças me trouxeram pra perto, muito perto
e no meio daquele caos de lembranças, uma foto encontrei.
Meu coração por um segundo parou,
minha garganta secou e sem saber por onde
o sol invadiu a sala, invadiu tudo, todos os cantos
e sem saber como, não eram mais lembranças...
A casa ganhou vida, a história voltou,
ressurgiu entre os moveis, entre a poeira
e eu ali, sentada naquele sofá velho,
vi a vida voltar e ganhei de volta, a chance de recomeçar.
a porta estava entreaberta,
nem sombra e nem luz,
não havia nada a minha espera.
O silêncio ecoava pelos cantos
e era tão alto que me deu um vazio.
Meus olhos enturvaram,
foi uma sensação estranha, de medo e solidão.
Caminhei pela sala sem tocar em nada,
empurrei a janela e deixei uma onda de luz entrar.
Entrou vento, entrou luz, entrou brisa,
entrou tambem vida.
Eram tantas lembranças misturadas
naquela casa, há tanto tempo intocada...
Quem diria que um dia foi um castelo
e hoje, não tinha elo, não tinha nada.
Tirei a poeira do sofá e cansada, sentei
olhando em volta, tudo parecia longe
mas as lembranças me trouxeram pra perto, muito perto
e no meio daquele caos de lembranças, uma foto encontrei.
Meu coração por um segundo parou,
minha garganta secou e sem saber por onde
o sol invadiu a sala, invadiu tudo, todos os cantos
e sem saber como, não eram mais lembranças...
A casa ganhou vida, a história voltou,
ressurgiu entre os moveis, entre a poeira
e eu ali, sentada naquele sofá velho,
vi a vida voltar e ganhei de volta, a chance de recomeçar.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
A Tempestade
Hoje o dia pareceu noite
e quando olhei para cima
a nuvem escura ja estava aqui, densa, preta
é a tempestade se armarndo
Posso sentir o vento forte
as folhas voando,
flutuando em espiral.
conheço esse tempo, esse vento.
tudo foi ficando escuro
e a sombra das nuvens escureceram o chão
fechei os olhos e sozinha no meu canto
ouvi o som da chuva cair.
As gotas pesadas me tocaram
me açoitaram no seu pousar
era água fria, que ardia, me invadia
e eu não me permitia respirar
Eu sabia, era a tempestade que vinha
eu sentia, ela ja estava lá.
a água começou a cair depressa
e eu sem pressa, esperei ela passar.
Sem me permtir, jorrou sal
choveu tambem em mim
e me lavei com água
salgada, doce, meio amarga.
lá longe, ouvi o vento soprar,
o céu anunciava que a tempestada ia acabar.
Meu Eu se recolheu e deixou o vento soprar,
a dor, a água levou e me lembrou que o sol ia voltar a brilhar.
e quando olhei para cima
a nuvem escura ja estava aqui, densa, preta
é a tempestade se armarndo
Posso sentir o vento forte
as folhas voando,
flutuando em espiral.
conheço esse tempo, esse vento.
tudo foi ficando escuro
e a sombra das nuvens escureceram o chão
fechei os olhos e sozinha no meu canto
ouvi o som da chuva cair.
As gotas pesadas me tocaram
me açoitaram no seu pousar
era água fria, que ardia, me invadia
e eu não me permitia respirar
Eu sabia, era a tempestade que vinha
eu sentia, ela ja estava lá.
a água começou a cair depressa
e eu sem pressa, esperei ela passar.
Sem me permtir, jorrou sal
choveu tambem em mim
e me lavei com água
salgada, doce, meio amarga.
lá longe, ouvi o vento soprar,
o céu anunciava que a tempestada ia acabar.
Meu Eu se recolheu e deixou o vento soprar,
a dor, a água levou e me lembrou que o sol ia voltar a brilhar.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Menina mulher
E nessas horas, essa mulher
se torna menina, pequenina
e toda essa força que parecia ter
vira uma fortaleza inacabada, rachada.
De repente, sou só menina, medrosa,
tudo fica grande, fora do meu alcançe
e meus sentimentos borbulham fagulhas
que machucam, que calam minha voz.
Por que sou menina, mas visto um corpo de mulher
ou sou uma mulher, com alma de menina. Não sei,
só sei que me fascina ainda, certas vezes ser menina,
certas vezes ser mulher.
Mas às vezes, a menina que briga com a mulher
me deixa muda, insegura e as borbulhas pulsam
e meu peito queima e minha alma se aperreia
com tanto oscilar.
Essa minha menina que por vezes é muito traquina
não me deixa respirar, me faz engasgar
e se a minha mulher fraquejar
de repente, eu volto a ser menina.
se torna menina, pequenina
e toda essa força que parecia ter
vira uma fortaleza inacabada, rachada.
De repente, sou só menina, medrosa,
tudo fica grande, fora do meu alcançe
e meus sentimentos borbulham fagulhas
que machucam, que calam minha voz.
Por que sou menina, mas visto um corpo de mulher
ou sou uma mulher, com alma de menina. Não sei,
só sei que me fascina ainda, certas vezes ser menina,
certas vezes ser mulher.
Mas às vezes, a menina que briga com a mulher
me deixa muda, insegura e as borbulhas pulsam
e meu peito queima e minha alma se aperreia
com tanto oscilar.
Essa minha menina que por vezes é muito traquina
não me deixa respirar, me faz engasgar
e se a minha mulher fraquejar
de repente, eu volto a ser menina.
Sem querer, sem perceber
nossos argumentos são contrarios
nossos lábios ficam calados
e todas as vozes que dentro falam, não sabem mais o que dizer.
E voce sem me olhar nos olhos
se fecha num mundo que eu nao consigo ver
nesse momento dentro do meu ser, menino
sinto meu coração doer e se entristecer.
Menino, meu preto menino
sem saber, sem nem eu te dizer
quando vejo dos teus olhos uma lágrima escorrer
sinto o mundo se abrir, sinto a espinha gelar e meu coração tremer.
E por tanto te querer, queria seu colo sempre ser
e de tu, ter todos os seus sorriso, por que quando você sorrir menino
a vida ganha cor, meu amor se enche de flor
e nessa hora eu sei, que eu apenas te reencontrei.
Meu preto menino, não deixe nunca de sonhar comigo
pois os nossos sonhos mais coloridos
que parecem nessa terra nem ter abrigo
é que nos matem juntos e unidos, nesse eterno vai e vem.
E nunca se esqueça
e nem por um segundo desapareça
pois um dia a promessa que por ti me foi feita
me dá pra sempre o teu coração.
nossos argumentos são contrarios
nossos lábios ficam calados
e todas as vozes que dentro falam, não sabem mais o que dizer.
E voce sem me olhar nos olhos
se fecha num mundo que eu nao consigo ver
nesse momento dentro do meu ser, menino
sinto meu coração doer e se entristecer.
Menino, meu preto menino
sem saber, sem nem eu te dizer
quando vejo dos teus olhos uma lágrima escorrer
sinto o mundo se abrir, sinto a espinha gelar e meu coração tremer.
E por tanto te querer, queria seu colo sempre ser
e de tu, ter todos os seus sorriso, por que quando você sorrir menino
a vida ganha cor, meu amor se enche de flor
e nessa hora eu sei, que eu apenas te reencontrei.
Meu preto menino, não deixe nunca de sonhar comigo
pois os nossos sonhos mais coloridos
que parecem nessa terra nem ter abrigo
é que nos matem juntos e unidos, nesse eterno vai e vem.
E nunca se esqueça
e nem por um segundo desapareça
pois um dia a promessa que por ti me foi feita
me dá pra sempre o teu coração.
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